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18.08.2017

Equipe de vigilância ambiental no combate a Leishmaniose Visceral


 

Comunicamos o início da realização do Inquérito Canino, para identificação da Leishmaniose Visceral, durante os dias 21/08 a 31/08/2017.

          Parte da equipe de combate a endemias está responsável pela investigação canina a fim de identificar casos de Leishmaniose Visceral e evitar a doença em humanos. Trata-se de um teste rápido, realizado em cães, com emissão do resultado em até 30 minutos.

Cães com resultado positivo serão encaminhados para atendimento com veterinário.

O trabalho será iniciado nas comunidades da Vila, Alves II e Céu Aberto, pois nessas localidades o município registrou caso humano da doença em anos anteriores.

O que é Leishmaniose?

Leishmaniose visceral, ou calazar, é uma doença transmitida pelo mosquito-palha ou birigui (Lutzomyia longipalpis) que, ao picar, introduz na circulação do hospedeiro o protozoário Leishmania chagasi.

Doença infecciosa, porém, não contagiosa. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

Fonte: https://drauziovarella.com.br/letras/c/leishmaniose-visceral-calazar/